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PJBA realiza Seminário sobre Justiça Restaurativa na Educação
25 de novembro de 2022 às 14:06
PJBA realiza Seminário sobre Justiça Restaurativa na Educação

O Núcleo de Justiça Restaurativa de 2º Grau do Poder Judiciário da Bahia (NJR2G-PJBA), com o apoio da Universidade Corporativa (Unicorp), realizou o Seminário “Pela Justiça Restaurativa na Educação”. Promovido no auditório do prédio principal do Tribunal Desembargadora Olny Silva, na última quarta-feira (23), o evento reuniu autoridades estaduais, nacionais e internacionais. 

Reveja a live na íntegra  

“Precisamos formar uma filosofia restaurativa nas crianças”, declarou a Desembargadora Joanice Maria Guimarães de Jesus, Presidente do NJR2G, na abertura do evento. “O currículo escolar deveria ser adaptado às necessidades do mundo moderno e uma delas é a resolução de conflitos. O método restaurativo fornece ao jovem uma forma cidadã de se responsabilizar pelos seus atos. Isso é muito importante na formação e na convivialidade que essa pessoa vai ter quando se tornar adulta”. 

O debate faz parte da Semana da Justiça Restaurativa, que é um movimento realizado em escala nacional e internacional. A iniciativa ocorre entre 20 e 26 de novembro de 2022, sendo que o PJBA está participando do evento pelo terceiro ano consecutivo. 

Nesta edição da iniciativa, o tema geral é “Pela Justiça Restaurativa na Educação”. Realizaram a exposição do tema a Juíza da Vara de Execução de Medidas Socioeducativas – Salvador, Maria Fausta Cajahyba Rocha; o Professor Terry O’Connell; e o Psicólogo e Psicoterapeuta Paulo Moratelli. A Coordenadora do NJR2G, Miriam de Almeida Santana, mediou o debate. 

“Agradeço o convite da Desembargadora Joanice Guimarães para falar, hoje, sobre Justiça Restaurativa (JR) na Educação. Resolver conflito é educar e, onde existem relacionamentos e convivência humana, há conflito. Quando passarmos a ver a JR, principalmente, como instrumento de transformação social, perceberemos que a escola é um lugar propício para aplicá-la”, disse a Juíza Fausta Cajahyba. 

Na oportunidade, a Magistrada exibiu um vídeo de um projeto piloto (sobre aplicação da JR nas escolas), desenvolvido pelo PJBA, no Colégio Estadual Professora Noêmia Rego, em julho de 2018. 

Paulo Moratelli realizou uma contextualização histórica das práticas restaurativas no Brasil e promoveu reflexões sobre o poder transformador da empatia e da alteridade nas relações humanas. Ele, também, destacou a contribuição que o ambiente escolar pode proporcionar à mitigação de conflitos. 

Na ocasião, a Desembargadora Joanice Maria Guimarães agraciou Paulo Moratelli com a Medalha do Mérito em Educação Judicial Mário Albiani. 

“Do ponto de vista da JR, o povo brasileiro tem uma grande vantagem, possui uma cultura relacional muito forte”, afirmou Terry O’Connell. Apesar disso, o professor alertou que as emoções, também, podem oscilar para um lado negativo e levar à violência. “Precisamos de maneiras melhores para regular nossos sentimentos”, explica. 

No âmbito do PJBA, vale salientar que, além do NJR2G e da Unicorp, a Escola de Magistrados da Bahia (Emab), também, integra o evento. 

Descrição da imagem: Desembargadora Joanice Maria Guimarães, Juíza Fausta Cajahyba Rocha e Paulo Moratelli no palco do Auditório Desembargadora Olny Silva, na sede do Tribunal baiano [fim da descrição]. 

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Texto publicado: Ascom PJBA