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Campanha institucional evidencia posicionamento do Tribunal de Justiça da Bahia na luta contra o racismo e todas as formas de discriminação 
17 de novembro de 2025 às 10:55
Campanha institucional evidencia posicionamento do Tribunal de Justiça da Bahia na luta contra o racismo e todas as formas de discriminação 

“Consciência é Força. Ação é Dever”. Motivado por esse conceito, o Tribunal de Justiça da Bahia lançou, no último sábado (15), uma campanha publicitária que firma o posicionamento institucional diante da luta contra o racismo e todas as formas de discriminação. A campanha está presente em outdoors nas avenidas de grande circulação de Salvador, em totens nas estações de metrô, em emissoras de rádio na capital e no interior do estado, e nas mídias digitais. 

Mais que um lema adotado no mês de novembro, quando é celebrado o Dia da Consciência Negra, o slogan traduz um chamado à responsabilidade coletiva, reforçando que a verdadeira igualdade depende de consciência ativa e atitude constante. Nisso, o Judiciário baiano é referência nacional. 

O TJBA foi o primeiro Tribunal do país a criar uma comissão permanente dedicada à igualdade racial. É a CIDIS, sigla para Comissão de Igualdade, Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos Humanos, instituída desde 2014.  

Entre as inúmeras ações realizadas, a CIDIS criou o Projeto Luiz Gama, que leva juízes negros para debater sobre questões étnico-raciais dentro das escolas públicas estaduais e municipais, e o Prêmio Luiz Gama, um reconhecimento institucional a quem luta pela igualdade racial e pelos direitos humanos. Em 2025, o vencedor é o Instituto Cultural Steve Biko, de Salvador. 

Além disso, em 2024 e novamente neste ano, o TJBA aderiu ao Mutirão Racial do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com um compromisso claro: reduzir em 20% o volume de processos sobre questões raciais que aguardam julgamento na Bahia.  

Por meio da Universidade Corporativa Ministro Hermes Lima (Unicorp), o Judiciário baiano capacita magistrados e servidores em equidade racial e direitos humanos com cursos, oficinas e formações que visam preparar quem trabalha na Justiça para identificar, nomear e enfrentar o racismo que ainda atravessa nossa sociedade. 

Ser pioneiro é importante; continuar transformando é essencial. Como demonstração disso, na última sexta-feira (14), o Tribunal Pleno aprovou, por unanimidade, a proposta que atribui competência exclusiva à 9ª Vara Criminal de Salvador para processar e julgar crimes de ódio, inclusive os casos de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, bem como homofobia ou transfobia. 

Clique nas imagens para visualizar as peças de outdoor

Texto publicado: Ascom TJBA