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TJBA realiza 1º Fórum de Violência Doméstica da Bahia nos dias 26 e 27 de fevereiro; inscreva-se  
11 de fevereiro de 2026 às 11:59
TJBA realiza 1º Fórum de Violência Doméstica da Bahia nos dias 26 e 27 de fevereiro; inscreva-se  

O Auditório Olny Silva, localizado no prédio-sede do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), será palco do 1º Fórum de Violência Doméstica/Bahia (Fovid-BA), nos dias 26 e 27 de fevereiro. Com recorte nas questões de gênero, esta primeira edição terá como tema central a violência digital e os crimes cibernéticos.  

Promovida pela Coordenadoria da Mulher, a iniciativa tem como objetivo propiciar aos profissionais – que atuam no atendimento aos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher – espaço permanente de reflexão e debate sobre questões de interesse e relevância para o exercício de suas atividades.  

O evento – destinado a magistrados, defensores públicos, promotores de justiça, agentes de segurança e servidores do Judiciário e de órgãos da rede de proteção – possibilitará o intercâmbio de informações, a troca de experiências e o compartilhamento de boas práticas, contribuindo para a qualificação dos atendimentos.  

Realizada no formato híbrido, com carga de 12 horas, a programação conta com painéis temáticos sobre violência digital, crimes cibernéticos e proteção de direitos; mesa de debate com especialistas do sistema de justiça, segurança pública e tecnologia; e palestra com foco em prevenção, investigação, responsabilização e atendimento às vítimas. 

As inscrições podem ser realizadas até dia 25 de fevereiro, através do portal da Universidade Corporativa Ministro Hermes Lima (Unicorp). O Fórum será transmitido pelo canal do Poder Judiciário da Bahia no YouTube.  

Inscreva-se aqui

O Fovid busca contribuir para o fortalecimento da prestação jurisdicional e do atendimento institucional no Estado da Bahia, considerando aspectos como a organização e a integração da rede de atendimento; a disponibilidade de recursos materiais e humanos; e as necessidades de qualificação profissional, entre outras demandas identificadas pelos órgãos que compõem as redes locais de proteção. A proposta é fomentar reflexões e debates que resultem na construção de soluções práticas para os desafios observados, bem como na produção de materiais de referência de natureza teórica e técnica, com potencial de impacto tanto em nível estadual quanto nacional.