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Palestra para estagiários de nível médio marca passagem pelo Dia Internacional da Mulher

8 de março de 2017 às 22:52
Palestra para estagiários de nível médio marca passagem pelo Dia Internacional da Mulher

Palestra para estagiários de nível médio marca passagem pelo Dia Internacional da Mulher

Palestra para estagiários de nível médio marca passagem pelo Dia Internacional da Mulher  Palestra para estagiários de nível médio marca passagem pelo Dia Internacional da Mulher  Palestra para estagiários de nível médio marca passagem pelo Dia Internacional da Mulher  Palestra para estagiários de nível médio marca passagem pelo Dia Internacional da Mulher  Palestra para estagiários de nível médio marca passagem pelo Dia Internacional da Mulher  Em homenagem ao Dia Internacional da mulher, celebrado nesta quarta-feira (8), a Coordenadoria da Mulher promoveu, no auditório do Tribunal de Justiça da Bahia, a palestra “O combate à violência contra a mulher pela compreensão das diferenças de gênero”.

A iniciativa também integrou as atividades do Núcleo Socioambiental do Tribunal de Justiça da Bahia. Uma das vertentes é o ambiente de trabalho.

Antes da palestra, o coral do TJBA apresentou canções como a música ‘Mulher, de Erasmo Carlos, e Selva Branca, de Carlinhos Brown.

A presidente do TJBA, desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, foi homenageada no evento: recebeu um arranjo de orquídea da desembargadora Nágila. “Vamos continuar na luta, vamos crescer e desenvolver. É bom vê feições jovens e cheias de esperança no futuro”, destacou a desembargadora, referindo-se aos estagiários do nível médio, público para qual a palestra foi direcionada.

A presidente também presenteou a desembargadora Nágila Brito com flores. “Precisamos retirar do Brasil a violência contra a mulher”, ressaltou a palestrante.

Na palestra, a desembargadora falou sobre a diferença entre sexo e gênero e, principalmente, as diversas formas de violência contra a mulher.

“O que mais chamou minha atenção foi saber que existe também a violência psicológica, como ofensas e agressões verbais”, contou a estagiária Aysnara Pacheco, de 16 anos.

“É assustador descobrir os dados de violência contra a mulher”,disse Bruno de Almeida, de 19 anos.

Texto: Ascom TJBA / Fotos: Nei Pinto